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Mostrando postagens de 2008

A cara do vô

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Ou do pai?

Doze Semanas

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Em 1987, Quando a Lais tinha dois anos. Fiz uma cirurgia para me tornar estéril, vasectomia. Uma decisão que tomei sem que a Nadir estivesse plenamente de acordo. Casamos em 17 de dezembro de 1983. Em maio do ano seguinte a Nadir engravidou para ter o Jessé e dois anos depois nascia a Lais. A família que eu esperava ter se completou aí, um terceiro filho poderia tornar mais difícil um planejamento adequado. Nesta época morávamos em uma casa alugada no bairro Kurtz, em Santo Ângelo. Ali conhecemos uns vizinhos, João e Araci, que tinham duas meninas e um menino. No entanto, a Lais os cativou pela maneira como os chamava: pai Zão e mãe Ci. Constantemente fugia para estar na casa deles, passando por baixo de uma cerca de arames farpados e lá ficava encantando a todos. Diversas vezes a Nadir encontrava o João deitado no chão da casa, vendo a Lais comer feijão com as mãozinhas. Naquele tempo ela tinha os cabelos cacheados. Eu amava seus cachinhos e perguntava para ela: _onde está o cach...

Domingo, 09 de junho de 2002

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Minha Vida Nesta madrugada tive um sonho. Nele estava minha família, o Mano com a Raquel e outras pessoas conhecidas nossas, em uma festa que acontecia na casa do Alfredo e da Marica, antigos amigos de minha infância em Santo Ângelo. Ali chegou uma senhora dizendo que fazia parte de uma associação de apoio aos solteiros, descasados que optaram por morar sozinho. Ela mostrou um local onde era oferecido um quarto para todos que se dirigiam à referida entidade. Aí o Jessé me disse ser esta oportunidade que estava esperando para ir morar fora de casa. Abracei-o chorando e pedindo que não saísse de casa, mas ele me disse: “Pai não agüento mais a mãe interferindo na minha vida, nas minhas coisas”. Eu lhe disse que era uma decisão precipitada e disse mais: “não há lugar como sua própria casa e o homem não foi feito para viver só. Depois você vai se arrepender e sentirá vergonha em voltar. Eu te conheço. Sei que você não cederá e vai sentir muita falta do amor sufocante de sua mãe”. Disse aind...

Carrinho de rolimã ou cinco Marias

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Agora, 01:46 de Sábado, 7 de junho de 2008. Meditei em muitas passagens nos meus arquivos mentais. Ser avô tem ocupado meus pensamentos, fico imaginado ele ou ela, com que vai brincar? Será que vai pular corda, descer as lombas com carrinho, empinar pipa... Nas leituras da madrugada encontrei o seguinte poema: Canção para meu Neto Já chegando o entardecer, Eis que grata surpresa. Uma vida pequenina Pedaços de um viver. Parece que foi tirado o molde De um velho retrato. Contornos iguais, Diferenças sutis. Da infância, volta a festa, Folguedos, felicidade! Se finita é a existência, Não importa. De agora será medida, Por sorrisos e abraços, Palavras a balbuciar. Instantes furtados àqueles que um dia, Já distante, foram nossos. Se pais agora, não liguem. Deixem que este afeto, Por tempo adormecido, renasça Em sentimento maior. Assim somos nós: os avós. (Valci Maria Mattos - Cascavel - PR ) Outro video do exame pode ser visto aqui http://br.youtube.com/watch?v=AId8C8KxtO0

Hoje tenho 40 anos de idade

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"Fiz um acordo de coexistência pacífica com o tempo: Nem ele me persegue, nem eu fujo dele. Um dia a gente se encontra." Mário Lago Lembro perfeitamente de lances, episódios de minha infância, adolescência, juventude e, é claro, eles estarão aqui, pois estão na minha reminiscência. Como não sei quando as pessoas estarão lendo meus textos, é bom informar que não seguirei uma ordem cronológica dos acontecimentos, os irei expondo conforme virem à lembrança. Também não tenho tempo ou data para acabar este trabalho. Aqui será possível encontrar episódios que aconteceram neste dia ou acontecimentos com mais de 30 anos. Estamos morando em uma casa na cidade de Florianópolis, bairro Saco Grande, na rodovia Virgilio Várzea. Mas esta casa é alugada e isto tem me causado angústia e insegurança. É muito ruim estar morando num lugar onde não se é dono nem de onde se você coloca os pés. Confesso que a experiência não é nada agradável. Porém, espero em Deus esta situação seja superada. Este...

Uma página

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Minha vida “Para evitar críticas, não faça nada, não diga nada, não seja nada". Elbert Hubbard Por muitos anos adiei este projeto: deixar registrado para minha família e, quem sabe alguns amigos, minha visão sobre os fatos que vivi. Algumas coisas poderiam passar sem nenhuma importância, outras, porém, são relevantes e mudaram a minha vida, a vida de meus filhos e de minha esposa. Impossível não contar meu relacionamento com Deus, meus erros e o resultado do que ocorreu quando ousei seguir a vontade do Senhor. Nesta curta vida, coexisti com pessoas que fizeram história, dirigiram instituições e que no futuro terão seus nomes no frontispício de escolas, denominarão ruas de cidades. Desabotoarei aqui meu coração e nele há alguns fatos que, se fossem de conhecimento público hoje, sem dúvida mudariam a história de vida de muitas pessoas. No entanto, meu maior fundamento é contar coisas pequenas, como reagi em cada momento, lições que colhi, para que no futuro possa ser vista sem corti...

21 de maio de 2008

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Este é um espaço destinado a minha intimidade, aos meus pensamentos, as coisas que leio e acho importante guardar. É um espaço que vai tomar forma aos poucos, conforme eu conseguir dominar esta ferramenta. Aqui vou publicar meu atrevimento no campo da fotografia (amadora). Quem sabe, não abro tambem algumas páginas do meu diário... Quem sabe???? A foto de hoje. Fiz na praia, em Santo Ântonio de Lisboa, uma tarde que fomos comprar ostras.