Agora, 01:46 de Sábado, 7 de junho de 2008. Meditei em muitas passagens nos meus arquivos mentais. Ser avô tem ocupado meus pensamentos, fico imaginado ele ou ela, com que vai brincar? Será que vai pular corda, descer as lombas com carrinho, empinar pipa... Nas leituras da madrugada encontrei o seguinte poema: Canção para meu Neto Já chegando o entardecer, Eis que grata surpresa. Uma vida pequenina Pedaços de um viver. Parece que foi tirado o molde De um velho retrato. Contornos iguais, Diferenças sutis. Da infância, volta a festa, Folguedos, felicidade! Se finita é a existência, Não importa. De agora será medida, Por sorrisos e abraços, Palavras a balbuciar. Instantes furtados àqueles que um dia, Já distante, foram nossos. Se pais agora, não liguem. Deixem que este afeto, Por tempo adormecido, renasça Em sentimento maior. Assim somos nós: os avós. (Valci Maria Mattos - Cascavel - PR ) Outro video do exame pode ser visto aqui http://br.youtube.com/watch?v=AId8C8KxtO0
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