Parabenos

O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de cosméticos do mundo, perdendo apenas para os EUA e Japão, e a incidência de câncer de mama no país cresce no mesmo ritmo acelerado que a indústria cosmética.         Exemplo de produtos sem parabenos
Parabenos
Encontrado na maioria das formulações cosméticas como cremes, loções, desodorantes, além de alimentos e fórmulas de uso interno, como patê de fígado, e outros embutidos cremosos.                                                                          

Nomes técnicos: Alquil parahidroxibenzoato e metil/etil/butil/isobutil parabeno.

Nomes comerciais: Nipagin (Metil parabeno), Nipazol, Parabens, Methylparaben, Ethylparaben, Propylparaben e Butylparaben. (propilparabeno)

Empregado como: conservante.

Segundo pesquisadores:

- Os parabenos possuem grande afinidade pelos receptores de estrógeno e comprovada atividade estrogênica; ou seja, são mimetizadores do estrogênio e podem causar câncer de mama e puberdade precoce, ao lado de fenômenos como trombose e embolia. Outro estudo demonstrou que os parabenos podem ser encontrados como moléculas intactas nas glândulas mamárias de homens e mulheres.

- Os parabenos e outros antimicrobianos que contém porção fenólica possuem propriedades antiandrogênicas e necessitam maiores estudos sobre o impacto na saúde reprodutiva humana.

- Estudo sugere que o parabeno encontrado em formulações dermatológicas se acumula no estrato córneo e pode influenciar na idade e diferenciação de queratinócitos, isto é, promove o envelhecimento cutâneo.

- Podem causar dermatite de contato e sensibilidade por mecanismo desconhecido.

- Potencializa a radiação UV, causando efeitos prejudiciais à pele quando exposta a luz solar.

- Comportam-se como se fossem os hormônios femininos.

Há no mundo dos cosméticos uma enorme utilização de produtos contendo Parabenos por gestantes, lactantes, crianças e pacientes sob tratamentos diversos como câncer, reposições hormonais e terapias crônicas. Hoje, o mercado possui preservantes naturais ou mais modernos que, tem demonstrado segurança, permitindo aos formuladores o desenvolvimento de formulações mais seguras.

Trabalhos têm mostrado que enxaguatórios bucais fluoretados, comerciais ou não, contendo o conservante metilparabeno (MP) apresentam aumento na incorporação de fluoreto (F) pelo esmalte dental.

Conforme estudo realizado na Universidade de Reading, Reino Unido, e publicado no Journal of Applied Toxicology, os conservantes Parabenos apresentam propriedades estrogênicas, ou seja, se comportam como se fossem o estrogênio, um hormônio feminino. O mesmo jornal publicou que o uso de parabenos em produtos cosméticos destinados à aplicação na área axilar (como desodorantes, por exemplo) deve ser reavaliado, pois estudos recentes levantaram a hipótese de que o uso dele nessa região pode estar associado ao aumento da incidência de câncer de mama, o que foi confirmado em teste realizado recentemente.

a Dra. Phillipa Darbre encontrou parabenos nos tumores retirados de seios de mulheres com câncer de mama. Como parabenos são utilizados em vários produtos cosméticos (incluindo alguns desodorantes), o estudo foi anunciado como uma evidência da possível relação entre o uso de desodorantes e o câncer de mama. A Dra. Darbre analisou os tumores de 20 pacientes, encontrando traços de parabenos em 18 deles.

Você é responsável pela sua saúde.
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